Cotidiano Capella

Um pouco do meu cotidiano

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Futuro, breve pensamento sem nexo

Não quero aceitar. Mas todas as decisões que eu tomo influencia diretamente nele. Acordar e escolher qual pé colocar fora da cama, vai mudá-lo. Dar bom dia para um desconhecido na rua vai mudá-lo. São tantas opções que qualquer atitude vai se repercutir de modo eterno.

Existem aqueles, inclusive grande autores de ficção científica, que presumem que é é possível computá-lo e prevê-lo. Mas, discordo plenamente desse pensamento. Não existe como modelar o futuro e saber o que vai acontecer. Ele é incerto, mas determinístico de modo cruel.

É possível prever o futuro? Se eu fizer isso e tomar uma sequência de ações, vou saber o que vai acontecer? Não. Cotidianamente, modelemos a vida e suas situações para poder saber um pouco mais dele. Mas nunca vamos ter um paradigma completo. Pense, computar o futuro exigiria saber de praticamente todos os átomos do universo e saber como eles influenciam no próximo instante. Mas para poder calcular isso seria necessário uma máquina que contivesse mais informação que todos os átomos. No entanto essa máquina deveria estar no sistema e o resultado de sua computação embutida nela mesmo, algo recursivamente impossível.

Por que fazemos planos? Pelo simples fatos de uma exigência social. Queremos muitas coisas e planejamos muito. Eu gosto baa parte do meus dias pensando no que vou fazer no momento seguinte – momento que pode ser no próximo minuto, hora ou ano. No entanto boa parte do que planejo e penso, nem sequer altero minha tônus muscular para cumprir.

Vamos fazer um experimento. Pense em uma caneta, revestida de prata, com pequenos detalhes em madrepérola e com uma pena bem fina. Agora pegue essa caneta e a desenhe com um lápis na folha mais perto que estiver ao seu alcance. Ficou igual ao seu pensamento? Se você for um ótimo desenhista a imagem pode ter ficado parecida, mas não idêntica. Se você for como eu terá uma figura praticamente abstrata.

Suponha que você consiga desenhar lindamente esse caneta e com toda a perfeição. Agora mostre essa caneta para min. Ela será igual a que eu estou pensando? Não. É minha é única e proveniente dos meus pensamentos. Pode ser que elas tenham traços em comum, mas serão diferentes.

O futuro é semelhante à imagem da caneta. Desenhamos ele a todo o momento e sempre é uma imagem distorcida do que sintetizamos em nossa cabeça. Não importa a força de vontade, ele será diferente do que planejamos. E o estranho é que coisas iguais para pessoas diferentes será sintetizado de uma maneira diferente e única.

Por que pensar e planejar se podemos apenas viver? Não sei. Gostaria de poder fazer isso. Enquanto estou escrevendo essa frase, estou pensando na seguinte  e no texto em geral para ele ter algum sentido. Tudo bem que estou tentando praticar o exercício de um fluxo de pensamento momentâneo, mas acho que isso pode confundir o leitor. Não consigo me desvincular do final do texto que já sei o que será.

Quer saber .

 

O menino da cara pintada

Estava na estação Patriarca na zona leste sentado no banco a espera das 19:00 horas. O motivo da minha estadia nesse local não convém ser dito aqui.

Um metro de 6 vagões com sentido a Barra Funda para a minha frente. Nesse momento desce um garoto. Camiseta de time de futebol, chinelos verdes, mãos e cara pintada de prata. Levava consigo um bloco de papéis em sua não, do tamanho de cartas de baralho. Tinha um título nesse bloco e seguido de um texto em letras miúdas, tudo disposto em paisagem.

Inicialmente recolho meu celular com medo que ele aprontasse alguma comigo. Ele senta ao meu lado. Como todo o paulistano de classe média, automaticamente me surge a certeza que um pedido de esmola seria efetuado. Viro minha cara para fugir dessa situação.

Vale ressaltar que eram quatro bancos, eu estava no número 2 e o restante estava vazio. Ele fez questão de sentar no 3 e não no 4. Porque será que não manteve distância?

Estava curioso para saber o que estava escrito no papel. Acho que as olhadas laterais o motivou a falar.

– lá em Itaquera está chovendo – disse o menino.
– ‎Realmente, deve estar caindo um pé d’água.
– ‎Quê? – me olha com uma cara de dívida, como se não entendesse a expressão.
– Os trens estão molhados, então deve estar chovendo bastante para lá.
– ‎Como pode chover lá e não aqui?
– ‎Não sei – a primeiro momento quis me esquivar de uma longa explicação. No segundo, percebi que ele não tinha conhecimentos básicos sobre a chuva. Senti pena. Um trem chegou.
– ‎ Tchau – ele disse. Levantando e entrando no último vagão do trem.
– ‎Falou – respondi.

Depois disso ele viu que o último vagão tinha pouca gente e resolveu correr para o penúltimo antes das portas fecharam. Nesse tempo houve uma última troca de olhares.

Era fácil ele vir até mim e pedir dinheiro. Mas percebi que o que ele realmente queria era um pouco de sossego e alguém para conversar. Dinheiro, provavelmente ele irá conseguir com a comoção causada pela sua pouca idade. Mas será que conseguirá descobrir porque em alguns lugares chovem e em outros não?

Aquário do Sentimento Real

Esse texto foi escrito por mim em 13 Junho de 2010. Achei em um HD antigo, espero que aproveitem.

Sentimentos, o que são sentimentos? Se é o que podemos sentir quando somos tocados,  por que sentimos saudades? São perguntas muito difíceis de serem respondidas, nenhuma explicação científica pode explicar realmente o que é isso, mas é essa coisa que faz um motivo para a nossa existência.

Não sentimos a realidade mas podemos sentir os efeitos delas, principalmente quando recebemos suas chicotadas no dia-a-dia. É difícil acreditar que nesse exato momento eu estou sentado em minha cadeira escrevendo e existem pessoas em todo o mundo sendo subornadas e morta por tiros impiedosos. Podemos aceitar a realidade, mas dificilmente queremos, pois ela não é somente formada palavras e fotos, são sentimentos profundos que mexem com a nossa existência. Você já se fez a pergunta qual é a diferença de um papel rabiscado por uma criança e um quadro rabiscado por um artista? Aposto que sim e chegou a conclusão que a única diferenço entre os dois são os sentimentos que cada um carrega.

Os hormônios: endorfina, prolactina, ocitocina… Eles não respondem a respondem a todas as perguntas. Cientistas do mundo inteiro tentam explicar a nossa existência através da lógica e nunca conseguiram. Quando estamos em um teatro e ouvimos uma musica e choramos não significa que ficamos cheios de ocitocina, significa que apenas sentimos.

Quando falo disso tenho vontade de parar de escrever e sair de casa para tentar mudar a angustia sentimental que sinto em relação ao mundo. Pode ter certeza, se eu sair daqui e for fazer outra coisa nesse exato momento não vou ter atitudes que mudarão o mundo. Somente de pensar o quanto é difícil sair de minha residência, atravessar a rua o frio e pedir para meu fizinho apagar a luz do jardim que esta desperdiçando energia, me sinto incapacitado. Pensar é uma coisa muito diferente do que fazer, pensar e não fazer é temer a realidade.

Estou sozinho? Queria saber se sou o único que me sinto uma bolinha no meio do universo: não sei da onde vim; não sei meu futuro; não sei o que a minha espécie sabe; quanto mais sei, menos sei; tenho muitos amigos mas estou só. Tudo existe para concretizar o nada. O nunca é a formação do sentido, a saudades é o nunca. Sempre penso se existe uma diferença relativa sobre a morte e o estar longe de uma pessoa, pois os dois representam o mesmo. Uma angustia interminável me preenche quando vejo acidentes em uma estrada ou quando vejo uma pessoa igual a mim dormindo sobre o breu da noite em uma rua fria e úmida, mas nada faço. Sou o único culpado ou todos nos somos culpados?

Sempre atinjo a mesma tecla, quando colegas esnobam e ferem uns aos outros, rebaixando a raça humana ainda mais, depois de uma aula de filosofia ou cultura internacional que deveria ter mudado a vida deles como mudou a minha. É preferível que eu caia no mesma cegues da minha raça e pare de sofrer. Tento lutar, sou esmagado e pisado, sou torturado por essa luta todos os dias e por quase todos. Um “obrigado” ou um “por favor” insignificante atualmente tem o poder de podem mudar os sentimentos e o mundo.

O conhecimento e os sentimento se enfrentam diariamente e o equilíbrio dos dois cria os sábios. São cause inexistentes os que podemos considerar sábios nas ultimas décadas. Todos os dias eles estão se tornando uma espécie em extinção. Isso cria o que? Tristeza, ou seja, você pode parar de ler e ser um covarde da realidade, você pode ignorar o que escrevo ou pode sofrer junto comigo.

Muitas vezes sofro quando meu peixinho de aquário morre, porque eu sou um ser sem o conhecimento da sabedoria. Se eu entendesse o jornal diariamente teria muito mais motivos para lamentar todos os dias e saberia que a realidade é muito diferente do meu aquário.

Para gastar o seu tempo com sentimentos, como meu professor fez comigo pedindo para eu escrever esse texto refletindo sobre três obras de artes de origem africana, gostaria de falar que sou um covarde por ter visto e sentido artes (ou sentimentos em física) e ter ficado sentado em minha cadeira escrevendo. O que adianta sentir isso já que não há pessoas com que eu possa compartilhar. Não posso escrever esse texto comentando sobre meus sentimentos relacionados a África, pois a única coisa que eu sei da África é que nela existem conflitos e que nesse ano esta ocorrendo a copa do mundo nela, – felizmente tenho a consciência que a copa esta acontecendo no pais África do Sul, não no “País África” como a maioria das pessoas pensam – com esse conhecimento tão raso como posso sentir a dor de um fotografo ou de um escritor se referendo ao povo desse continente. Quando penso nisso percebo que  sou tão primata que tento não enxergar os meus problemas, mas tento ver os problemas dos outros para pensar que não tenho culpa.

Sentimentos não são ruins nem bons, eles são sentimentos. A morte de um assassino vai provocar alegria, angustia, tristeza e saudades ao mesmo tempo. É semelhante comparar isso ao fato de existirem pessoas que se matam por ter tudo o que querem e existirem outras que desaparecem da mesma maneira por não terem nada. Os oposto resultam no mesmo número.

Para finalizar queria parabenizar os artistas e os que lutam pela existência dos sentimentos. E tenho a dizer que desejo uma boa noite para a realidade e  dou um ola para a minha lareira e para a minha televisão de plasma no meu aquário. O tudo é o nada, que é a existência inexplicável. Boa noite ou bom dia para o seu mundo.

Gabriel Capella

O Idiota

Ontem fui enganado descaradamente duas vezes. A pesar de ser em contexto totalmente destintos, foi prejudicado da mesma maneira e o sentimento o sentimento de revolta floresceu. Infelizmente, em ambos os casos me senti totalmente impossibilitado de tomar alguma atitude para mudar a situação – parte pois não havia o que fazer ou não tive coragem para a mesma.

Essa semana estou trabalhando em um evento que está ocorrendo no teatro do complexo Brasiliana. Normalmente estou cuidando do som ou verificando se todo o mundo que estar no auditório está devidamente identificado. Nessa biblioteca há três funcionários públicos que cuidam dela. Normalmente quando o palestrante está proferindo suas parlaras, eles ficam respectivamente em sua salas e quando há algum problema podemos chamá-los e temos todas a assistência necessária. A contradição já começa nesse ponto, o pessoal do evento que tem que cuidar do áudio e não os funcionários da biblioteca. Realmente não sei qual a função pela qual eles foram contratados, no entanto não faz sentido ter 3 pessoas para prestar assistência e nenhuma trabalhar. Mas vau ser legal e pensar que eles ficam cuidando da parte administrativa e burocrática do auditório (trabalho que ao meu ver poderia ser feito por uma pessoa em 2 horas por dia). Sem falar que eles também contratam um estudante para ser mais um assistente, nesse evento ele estava cuidando do vídeo.

Nessa sexta feira, tinha uma palestra que seria realizada via vídeo conferencia (Skype). A palestra foi um fiasco, pois não conseguíamos ouvir praticamente nada da palestrante remota. Símbolo da péssima conexão com a rede. Isso ocorreu no período da manhã. No período mais tarde, por volta de umas 5 horas, o estudante assistência teve que ir embora. Nesse momento o funcionário mais velho de cabelo branco da biblioteca, o qual não me recordo o nome, veio e sentou com o computador ao meu lado. Eu estava na mesa de som e observei que em seu computador vermelho ele estava simplesmente assistindo televisão. Nesse momento fiquei um pouco bravo, pois não tinha ninguém cuidando da gravação da palestra e ele, funcionário sendo pago, estava simplesmente assistindo sua televisão. Em um certo momento essa pessoa abe um site, para ser mais específico o ThePirateBay.

Não sei se ele chegou a iniciar o download de torrents ou não. Mas cheguei rápido a conclusão que a atitude de assistir vídeos e baixar conteúdo ilegal poderia ser a causa do problema no período da manha. Ou seja, a universidade pública sustentando pessoas que provavelmente não realizam a função que deveriam exercer e que atrapalham o desenvolvimento da universidade. Não sei se a culpa é dele ou de outra pessoa que veria fiscalizar o trabalho desse ser, mas o que eu sei que eu e todos aqueles que contribuem para o estado fomos simplesmente feitos de idiotas.

A revolta se passou e fui para o centro de São Paulo assistir um evento na Sala São Paulo. Saindo do metro na linha quatro me deparo com um estrangeiro falando ele inglês. Segundo o que me disse, ele é canadense e tinha tido um problema ao receber seu dinheiro da Western Union. Ele veio para o Brasil para fazer mestrado em matemática na Universidade de São Paulo e tinha ido ao centro pegar seu dinheiro. Disse também que precisava de 20 reais para passar a noite – acabar de escrever seu livro, tomar um banho e dormir. Em meio a minha conversa com ele, comenta que tinha ido comer no bandejão durante o dia e que tinha amigos no CRUSP.  Fiquei com pena real da pessoa e dei a ele todo o dinheiro que tinha no bolso, 5 reais e algumas moedas. Ele me agradeceu e continuamos conversando. Ele ficou super contente quando disse também estudava na matemática.

Nesse momento senti um pequeno cheiro de bebida. Não sei de provinha dele ou da composição única de odores do centro de São Paulo.

Comentei que tinha um pouco de pressa, pois tenha um compromisso na Sala São Paulo. Nesse momento ele comentou sobre um dia que a algum parente do ex-presidente do estados unidos Bush tinha comparecido a Sala São Paulo para tocar piano. Disse que desconhecia do evento e que estava com pressa. Acabo de averiguar esse fato do oráculo das buscas não encontrei nada a respeito.

Antes da pessoa se despedir perguntei para ele qual era o seu orientador. Falou que ainda estava a procura de um, no entanto como a universidade estava em período de férias. Não conseguiu entrar em contato com nenhum. Também interroguei-lhe a respeito dos seus amigos na unicidade, disse que teria muita vergonha de solicitar auxílio a eles a esse hora da noite e que no CRUSP não haveria espaço para ele dormir.

Um fato importante que esqueci de comunicar é que no início de nessa conversa ele solicitou para que nos saíssemos da porta do metro pois lá havia câmeras. Não sei se isso será relevamento para minhas conclusões posteriores, mas me pareceu muito estranho.

Chegando na Sala, comecei a pensar. Primeiro fato: como ele comeu no bandejão sendo que nem era aluno? Segundo: como ele sabia do evento que tinha ocorrido em São Paulo sendo que ele tinha acabado de chegar? Terceiro: porque tinha medo das câmeras? Quarto: pedir dinheiro na rua não é mais vergonhoso do que pedir auxílio a um amigo? Devido a esses fatos chegue a conclusão que fui feito totalmente de idiota.

Apesar de serem situações destintas, em ambos os casos uma revolta interna surgiu dentro de min. Ajudar o próximo, acredita no funcionalismo público é algo que ainda quero preservar dentro da minha essência. Mas vejo que isso se torna mais difícil quando me deparo com a realidade, sendo assim um idiota.

Produção x Desenvolvimeto

Hoje estava lendo material didático para a faculdade me deparei com a seguinte discussão: a monetização de algo deve ser realizada no desenvolvimento ou na produção. Ou seja, as pessoas devem ser cobradas pelos produtos durante o desenvolvimento ou produção do mesmos?

Sou ligado ao ramo da indústria de roupas desde minha infância. Nela percebi que o processo de desenvolvimento (pilotagem) é essencial para a confecção do produto final. Ou seja, o desenvolvimento de uma nova peça de roupa é raramente cobrado. Muitas vezes até é feito o desenvolvimento posterior ao pedido ou solicitação do mesmo. Por exemplo: produzimos peças e chegamos ao cliente com essas roupas prontas, se eles gostarem podem efetuar o pedido de uma certa quantidade das mesmas.

A maioria da indústria funciona dessa maneira. O preço do desenvolvimento é diluído na produção posteriormente. É claro que se alguem solicita o desenvolvimento de um produto para que seja produzida uma única unidade, todo o custo de desenvolvimento estará atrelado a esse produto.

Note que o desenvolvimento é muito mais relacionado a características intelectuais e a produção a características físicas. Por exemplo, um livro não carece de desenvolvimento depois que ele é publicado. As pessoas compram o papel, que tem atrelado o custo de desenvolvimento diluído mais o custo de produção em seu preço final. Note que o custo de desenvolvimento ele é incidente uma única vez no processo produtivo, já o custo de produção ele é relacionado a cada unidade e é eterno. Veja, se um produto é vendido muitas vezes o custo de desenvolvimento (investimento destinado ao desenvolvimento) pode ser recuperado.

Se pegarmos uma pedreira, ela apresenta o desenvolvimento quando sua metodologia de funcionamento é elaborada. Já sua produção é feita com base na metodologia desenvolvida.

Falei tudo isso para chegar a um ponto interessante: software. Quando escrevemos um programa qual o custo do produto final, normalmente é 100% de desenvolvimento e 0% de produção. Vamos pegar como exemplos jogos para computadores, principalmente os mais antigos, neles pagamos pela licença do jogo ou seja puramente pelo uso do que foi desenvolvido. e não pelo produto. Estamos comprando puramente propriedade intelectual e não produto.

O ponto é que esse tipo de modelo de negócio não é compatível com a realidade. Sendo assim causa tremenda estranheza quando refletimos sobre o assunto.

Ao meu ver, esse metodologia de negócio não é valida, pois pertence a essa realidade dispare. O modo de sanar isso é a criação de software que funcione exatamente como produto. Um pelo exemplo disso, são as licenças mensais utilização de certa plataforma. Criar código e posteriormente vender um produto que o utilize tem os seguintes benefícios: possibilidade de concorrência; criação de novos competidores para o mercado; melhoramento dos softwares existentes; etc.

Note que esse modelo de vender um produto baseado em desenvolvimento pode ser aplicado não somente a software. Um exemplo é o Spotify, ele conseguiu transformar a música (propriedade puramente intelectual, proveniente do desenvolvimento) em um produto de consumo mensal. Eles fornecem um serviço que é o produto deles.

Por ultimo gostaria de enfatizar, que se você ainda tem uma mentalidade fechada e quer ser diferente do modo que as coisas são estabelecidas, eu provavelmente vou ter a maior satisfação de consumir o seu “produto” de maneira ilegal.

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